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segunda-feira, 26 de janeiro de 2009 - 10:28

Hora de ajudar...


Olá, queridas amigas. Bem, eu ando reparando através do Feedjit, q muitas pessoas entram aqui no blog, trazidas pelas buscas do google com assuntos relacionados à lábio leporino e fissura lábio-palatina. Sabe, então fiquei pensando? Será que trata-se de mães e pais, que assim como eu há 4 anos atrás, acabaram de descobrir que estão gerando um filho portador de lábio leporino ou até mesmo que foram pegos de surpresa e só descobriram a má formação do filho no momento de seu nascimento? Eu sei bem o que esses pais, porventura, possam estar passando. Não é nada fácil encarar essa situação de frente. Portanto, o meu discurso aqui será visto pela ótica da emoção, até porque não tenho conhecimentos médicos e científicos suficientes para dissertar sobre fissura lábio-palatina. O que posso dizer é aquilo que advém do meu coração. Que certamente, ter um filho com fissura, não é de modo algum, o que idealizamos para o nosso bem mais precioso, mas se a gente recebe uma criança assim, pode ter certeza que há amor suficiente, para vê-la passar por todas as etapas das cirurgias, desenvolvendo-se normal e plenamente e sendo feliz. O que pode parecer um momento de dor, um susto tremendo, no primeiro instante, logo em seguida, passará a ser seu maior orgulho, o responsável pelos seus melhores sorrisos.


Não se culpem, jamais, pelo fato de seu filho ter nascido com esse tipo de má formação. Eu não me culpo, pois se existe probabilidade de uma mãe fumante, alcóolatra ou dependente de medicamentos, interferir diretamente no seu processo gestacional, eu não me enquadro em nenhuma dessas categorias, não sei nem o que é colocar um cigarro na boca, nunca apreciei nenhum tipo de bebida alcóolica, Davi foi muito mais do que desejado e planejado, e ainda não estando enquadrada em nenhuma dessas categorias, as quais podem servir como motivo para o surgimento de uma má formação, meu filho nasceu com fissura lábio-palatina no seu grau mais extremo. E, vou além, se nem na minha família, nem na do meu esposo, há nenhum caso semelhante, por que eu iria buscar "culpados"? Nãoooo. Procurei, sim, amar demais meu filho, tendo a certeza de que desde o seu nascimento ele já era um vencedor. E após quatro cirurgias, tendo ele apenas quatro anos de vida, posso dizer que Davi já venceu muitas etapas do longo processo que são as cirurgias de reconstrução palatina, pois a do lábio é mais fácil, visto que só precisa de reparação uma única vez.


Quero deixar aqui meu msn (analauradm@hotmail.com) para os pais e parentes de portadores de fissura lábio-palatina, caso queiram tirar dúvidas, compartilhar as angústias, bem como as vitórias de seus filhos juntamente comigo. No que eu puder ajudar, estarei à disposição. Abraços!!!
(olhem que coisa mais fofa???)


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